SANTO ANTÓNIO EM PORTALEGRE – COM ANTÓNIO MARTINÓ E JOSÉ GARCÊS

Página do jornal “Alto Alentejo”, dedicada à memorável sessão de homenagem a um grande mestre da BD portuguesa, José Garcês (e a Santo António, padroeiro de Portalegre), ocorrida no passado dia 21 de Maio, naquela cidade alentejana, e em que foi sapiente orador o Professor António Martinó.

Decano da BD portuguesa, José Garcês concretizou em 2016 um dos seus mais antigos projectos, publicando um álbum sobre a vida de Santo António, ao comemorar 70 anos de carreira (iniciada, muito jovem ainda, n’O Mosquito), como autor de uma vasta e multifacetada obra que dignifica não só a Banda Desenhada como a arte da ilustração ao serviço da cultura, do ensino e do património.

Recordamos que uma exposição com pranchas originais desse magnífico álbum está ainda patente no Museu de Santo António, em Lisboa.

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SANTO ANTÓNIO EM PORTALEGRE – MAIS UMA HOMENAGEM A JOSÉ GARCÊS

Por iniciativa da Câmara Municipal de Portalegre e do Professor António Martinó de Azevedo Coutinho (que será o apresentador), realiza-se hoje, dia 21 de Maio, pelas 18h00, tendo como cenário o Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre, mais uma homenagem a José Garcês, com o tema Santo António em Banda Desenhada — um projecto que este mestre e decano da BD portuguesa (uma das glórias d’O Mosquito) viu concretizado em 2016, ao comemorar solenemente 70 anos de carreira como autor de uma vasta obra que dignifica não só a BD como a arte da ilustração ao serviço da cultura, do ensino e do património.

Parabéns, José Garcês! E parabéns também aos promotores desta homenagem, no âmbito das comemorações do Dia de Portalegre!

SANTO ANTÓNIO NA BANDA DESENHADA

Tendo como base a apresentação das pranchas originais, da autoria de José Garcês, do álbum publicado em 2016, pela Europress, sobre a vida de Santo António, o Museu de Lisboa – Santo António desafiou a Bedeteca de Lisboa a identificar a presença deste célebre Santo português (de seu nome Fernando de Bulhões) na Banda Desenhada.

O resultado dessa investigação traduz-se nesta exposição, onde a figura de Santo António tanto surge num contexto histórico e biográfico — em que José Garcês (autor que se estreou n’O Mosquito) é um dos expoentes máximos, entre os da sua geração —, ou associada às tradicionais festas populares ou ainda em tom jocoso relacionado com a sátira e a crítica social, trespassando as várias gerações de ilustradores portugueses, que (quase) obrigatoriamente o tinham de representar. Serão exibidos exemplares de José Garcês, mas também de Raphael Bordalo Pinheiro, Carlos Botelho, Filipe Abranches, João Paulo Cotrim e Pedro Burgos, Marcos Farrajota, Nuno Saraiva, Vítor Silva, entre outros.

Alguns destes autores e ilustradores estarão presentes na inauguração. A entrada é livre e sujeita à lotação do espaço. Morada: Largo de Santo António da Sé, 22, Lisboa.

SANTO ANTÓNIO EM BANDA DESENHADA – NOVO ÁLBUM DE JOSÉ GARCÊS

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Com este novo lançamento, o Público e a Europress puseram à disposição de todos os devotos de Santo António (e dos leigos que são apreciadores de Banda Desenhada), um belo álbum realizado por Mestre José Garcês, decano da BD portuguesa, que em 2016 celebra 70 anos de meritória carreira (iniciada n’O Mosquito), como autor de vasta obra de índole recreativa, didáctica e cultural. Citando o Público:

“Na sua narrativa fluida e envolvente, José Garcês recria a vida, os milagres e a herança de Santo António, um homem comum com qualidades invulgares que o transformaram em ícone da Igreja Católica e da cultura popular”.

Uma obra a vários títulos assinalável, que demonstra o vigor e a paixão com que, nesta fase do seu exemplar percurso artístico, José Garcês continua a abordar temas e personagens da nossa História que lhe são caros.

Em breve, este blogue terá também a honra de homenagear essa extraordinária carreira, apresentando algumas das primeiras histórias que José Garcês realizou para as mais emblemáticas revistas da BD portuguesa.

CANTINHO DE UM POETA – 22

Cantinho de um poeta - 23

Junho é o mês tradicionalmente dedicado aos festejos dos Santos populares e, por isso, o poema que hoje preenche este cantinho tem também um recendente aroma (que quase podemos sentir) a cravos e a manjericos — ou não fosse Raul Correia um caloroso entusiasta das festas alfacinhas em honra de Santo António, às quais consagrou muitas quadras que lhe valeram meritórias distinções atribuídas pelos júris de vários concursos em que o seu estro poético brilhou a grande altura, como o do saudoso Avozinho de outros tempos n’O Mosquito.

Estes viçosos versos, que são quase a outra face de um poeta cuja lira terna e delicada encantou a juventude, foram publicados no nº 51 do Jornal do Cuto (21 de Junho de 1972), com uma ilustração a preceito de Jobat (José Batista)