“TERRY E OS PIRATAS” – 11º VOLUME (NOVEMBRO 2017)

Acalentado pelo êxito deste fanzine, com os primeiros episódios de uma emblemática série clássica, a maioria dos quais inéditos, durante décadas, em Portugal, José Pires continua a divulgar mensalmente, com infalível regularidade, as trepidantes e exóticas peripécias de Terry e os Piratas, vividas por um adolescente de espírito aventureiro e pelos seus fieis amigos nas longínquas regiões da China onde imperam ainda os “senhores da guerra” e a majestosa Dragon Lady — outra inesquecível personagem criada por Milton Caniff — dita também as suas leis.

Recorde-se que quando George Wunder tomou conta da série, substituindo Caniff (que partira para outras aventuras), os leitores d’O Mosquito puderam também travar conhecimento com a Dragon Lady, cuja presença ao lado de Terry (já mais crescido), e de outros comparsas, era incontornável.

A série está planeada para 25 volumes (todo o período escrito e desenhado por Caniff), com número uniforme de páginas, ao preço de 15 euros, que serão publicados até Janeiro de 2019, mantendo sempre a cadência mensal, como é firme propósito de José Pires. As encomendas podem ser-lhe feitas directamente, através do e-mail gussy.pires@sapo.pt

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TERRY E OS PIRATAS (9º E 10º VOLUMES)

Continuando a manter uma regularidade sem pausas, José Pires lançou em Setembro/Outubro mais seis edições dos seus fanzines, com destaque para Terry e os Piratas, a obra-prima de Milton Caniff, cuja reedição integral, quase totalmente inédita entre nós, abrangerá 25 volumes do FandClassics, cada um deles com mais de 70 páginas. O preço, no entanto, não varia, fixando-se nos 15 euros. 

Uma tarefa quase homérica, com a duração prevista de dois anos (!), mas que o incansável José Pires (experiente nestas lides) encara sem preocupações, pois a colecção, de cadência mensal, já vai no 10º volume e o número de assinantes não tem parado de aumentar, proporcionando-lhe a indispensável garantia financeira para um projecto de tão grande vulto.

Recordamos que esta famosa série se estreou em Portugal n’O Mosquito, em 1952/53, mas já na fase em que era desenhada por George Wunder, cujo estilo procurava ser fiel ao de Caniff. Com o fim d’O Mosquito, a sua publicação prosseguiu no Titã e no Mundo de Aventuras, onde passou quase despercebida. As tiras originais com o 1º episódio (1934) só surgiriam na 2ª série do MA, em 1975.

Estes fanzines podem ser encomendados directamente a José Pires, bastando contactá-lo pelo e-mail gussy.pires@sapo.pt

“TERRY E OS PIRATAS” – 8º VOLUME (AGOSTO 2017)

Com exemplar pontualidade, José Pires continua a editar no seu fanzine FandClassics a famosa série Terry e os Piratas, que já vai no 8º volume, cada um deles com cerca de 70 páginas em formato à “italiana”, reproduzindo integralmente os episódios criados desde 22/10/1934 pelo génio ficcional e artístico do mestre Milton Caniff.

Trata-se, aliás, na sua grande maioria, de material ainda inédito no nosso país, apesar desta série ter sido divulgada em revistas juvenis muito populares na sua época como O Mosquito, o Titã e o Mundo de Aventuras, mas com episódios de uma fase bastante posterior, a cargo de George Wunder, que já pouco tem a ver com a de Caniff.

Por esse motivo, tem sido cada vez maior o acolhimento dispensado a esta edição de José Pires, cujo trabalho não se cinge apenas à tradução e legendação das tiras e páginas dominicais, visando também, com especial cuidado, o aspecto gráfico destas últimas, para evitar a sistemática repetição de logótipos, “substituídos por imagens do próprio Caniff, resgatadas, combinadas e arranjadas para preencher o espaço”. 

“Além disso, há as mais de 4.380 pequenas tarjas com as legendas dos direitos de publicação, que, embora diminutas e colocadas em sítios estratégicos, acabavam prejudicando o aspecto geral e que foram  também removidas, para já não falar de alguns milhares de redes ratadas ou entupidas que também foram melhoradas”.

Um trabalho ambicioso, digno de aplausos, que torna esta colecção uma das melhores e mais completas realizadas até hoje, embora sem o carácter comercial de outras edições, pois se destina a um pequeno círculo de assinantes, não ultrapassando os respectivos pedidos de reserva. Estes fanzines podem ser encomendados directamente a José Pires, bastando contactá-lo pelo e-mail gussy.pires@sapo.pt

“TERRY E OS PIRATAS” – 7º VOLUME (JULHO 2017)

Entre as muito boas edições de BD que continuam a aparecer nas bancas, este mês de Julho ficou também assinalado, na área dos fanzines (edições mais modestas e de pequena tiragem, mas igualmente dignas de louvor), pela saída de mais um número do FandClassics dedicado à série Terry e os Piratas, a famosa criação de Milton Caniff, praticamente inédita em Portugal — a não ser a sua sequela, pelo traço de George Wunder, estreada n’O Mosquito, em 1952, e publicada também posteriormente no Titã e no Mundo de Aventuras.

Como já referimos diversas vezes, o esforçado faneditor José Pires está apostado em apresentar esta série na íntegra, escalonada por 25 volumes, com mais de 70 páginas cada. Uma tarefa quase homérica, mas de que o nosso bom amigo e camarada (experimentado nestas lides) se tem saído a contento, com infalível regularidade, pois a colecção (de cadência mensal) já vai no 7º volume e o número de leitores não pára de aumentar.

Estes fanzines (de tiragem limitada) podem ser encomendados directamente a José Pires, bastando escrever para o e-mail gussy.pires@sapo.pt

“TERRY E OS PIRATAS” – 6º VOLUME (JUNHO 2017)

Com periodicidade mensal, de uma regularidade sem falhas, para não defraudar os seus fiéis leitores, cujo número tem aumentado paulatinamente, o FandClassics, editado por José Pires, continua a recuperar a famosa série “Terry e os Piratas”, de Milton Caniff, praticamente desconhecida em Portugal, a não ser alguns dos primeiros episódios publicados, há muitos anos, no Mundo de Aventuras (2ª série) e no jornal Público — além dos que se estrearam n’O Mosquito, em 1952-53, e no Titã, em 1955, mas esses já desenhados por George Wunder, o continuador da série.

A propósito desta magnífica criação de Milton Caniff, cuja origem remonta a 1934, José Pires enviou-nos um comentário sobre as dificuldades que tem encontrado na sua reedição, feita a partir de material (tiras diárias e páginas dominicais) nem sempre impresso nas melhores condições e com sistemática repetição de logótipos.

A todos os fãs do FandClassics e de “Terry e os Piratas”, recomendamos a leitura desse comentário de José Pires, inserido depois das imagens que se seguem.

Texto de José Pires:

«A série Terry e os Piratas é considerada um dos clássicos dos clássicos, ombreando com o Principe Valente, o Flash Gordon, o Rip Kirby, e por aí fora. Mas a história das páginas dominicais complicou tudo, estou convencido, e deve estar na base do Milton Caniff ter abandonado a série em 1946, depois de 12 anos consecutivos de publicação. E, de facto, a série continuou, depois, pela mão de George Wunder, mas este já não entrou no esquema das páginas dominicais, que acabaram por tornar a série apenas parcialmente conhecida, como em Portugal, por exemplo, onde muito poucos a leram.

Este berbicacho (páginas dominicais) impedia outros jornais de outras latitudes (como o Público, por exemplo) de a publicarem, pois deparavam com uma coisa que era de maior formato, com quatro tiras, duas a duas, a quatro cores, o que causava transtornos de paginação e ocupava muito do espaço destinado à publicidade (aquilo que torna os jornais a preço mais acessível). E as editoras que se aventuravam a publicar a série transformavam essas páginas dominicais em tiras a preto e branco (mais curtas e mais altas), mas a gigantesca dimensão da série, 25 volumes, não permitia às editoras tempo necessário a uma mais competente retirada dessas cores, e como os gráficos não dispunham de meios informáticos, na altura, o trabalho era muito demorado, deficiente e até muito tosco mesmo.

Acresce que essas mesmas páginas dominicais, logo na primeira vinheta, apresentavam um enorme logótipo da série, que na publicação semanal até se compreendia, mas numa edição em álbum se transformava num verdadeiro pesadelo, aparecendo sistematicamente, de oito em oito tiras, quebrando a uniformidade que se exige a uma publicação em álbum.

Ora, esta minha ambiciosa edição consegue tornear o problema à custa de uma tarefa de meter medo ao susto. Reparem: a série durou 12 anos. Ora, como cada ano tem 52 semanas, teremos 52 x 12 = 624 retiradas de logótipos substituídos por imagens do próprio Caniff, resgatadas, combinadas e arranjadas para preencher o espaço. Além disso, há as mais de 4.380 pequenas tarjas com as legendas dos direitos de publicação que, embora diminutas e colocadas em sítios estratégicos, acabavam prejudicando o aspecto geral, e que foram  também removidas, para já não falar de alguns milhares de redes ratadas ou entupidas que foram substituídas.

E eram estes importantes detalhes que eu gostaria de ver realçados nos diferentes blogues que falam dos meus fanzines e que, até agora (por incúria minha, decerto), o não fizeram. Aí têm as minhas razões».

FANZINES DE JOSÉ PIRES (MAIO 2017)

Continuando a manter uma regularidade e uma periodicidade sem falhas, José Pires lançou este mês mais três volumes das séries que tem actualmente em publicação, com destaque para Terry e os Piratas, a obra-prima de Milton Caniff, cuja reedição integral abrangerá 25 números do FandClassics, cada um deles com mais de 70 páginas. O preço, no entanto, não varia, fixando-se nos 10 euros.

Recordamos que esta série se estreou em Portugal n’O Mosquito (1952), quando era desenhada por George Wunder e tinha ainda grande popularidade. Mais tarde apareceu também no Mundo de Aventuras, com o título Trovão e os Piratas. Nessa fase, a citada revista “nacionalizou” o nome de  muitos dos seus heróis, para os harmonizar com as disposições da censura oficial.

Este mês, surgiu também mais um número do Fandaventuras (o primeiro fanzine criado por José Pires, ainda nos anos 1990, de parceria com Jorge Magalhães e Catherine Labey), que continua a reeditar episódios de outra excelente série inglesa, também estreada n’O Mosquito (1950) e largamente difundida em Portugal nos anos seguintes: Garth, criação de Steve Dowling e Don Freeman, com posterior assistência de John Allard nos desenhos e de James Edgar nos argumentos.

O episódio “O Navio Fantasma” foi ilustrado a solo por John Allard (cuja assinatura pode ver-se nalgumas tiras) e é oriundo do Mundo de Aventuras nº 139 (2ª série), de 27/5/1976. José Pires reeditou-o, agora, num formato maior, de mais fácil leitura do que as tiras de jornais, e com texto totalmente revisto e relegendado.

Quando Steve Dowling se aposentou, depois de ter desenhado a série durante 25 anos, Allard assegurou a sua continuidade, até ser substituído em 1971, no episódio “Sundance – A Dança do Sol”, por um desenhador infinitamente mais dotado: Frank Bellamy (que em breve surgirá também nesta colecção, com esse episódio inicial).

Estes fanzines estão à venda na Loja de José Manuel Vilela, Calçada do Duque, 19-A, 1200-155, Lisboa, mas podem também ser encomendados ao editor, por quem não morar na capital, bastando escrever para o e-mail gussy.pires@sapo.pt

“TERRY E OS PIRATAS” – UMA SÉRIE INESQUECÍVEL REEDITADA POR JOSÉ PIRES

Imparável, cheio de energia e de uma regularidade impressionante, na sua actividade de faneditor, José Pires lançou este mês mais dois números dos seus excelentes fanzines Fandclassics e Fandwestern, o primeiro dedicado, na fase actual, à famosa série Terry e os Piratas, criada pelo mestre Milton Caniff em 1934, e que neste fanzine irá ter reprodução integral, dividida por 24 volumes, com 70 páginas cada.

Um esforço digno de apreço, tanto mais que se trata do melhor período desta série, quase inédito no nosso país, e que José Pires conta divulgar no espaço de dois anos!

Quanto ao Fandwestern, fanzine mais antigo e de prestigiosas tradições, publica neste número outro episódio da série fetiche de José Pires: Matt Marriott, a inolvidável criação de Tony Weare (desenhos) e James Edgar (argumento), estreada entre nós no Mundo de Aventuras, em finais dos anos 1950, com o nome de Calidano, o Justiceiro.

Recorde-se que Terry e os Piratas teve estreia em Portugal n’O Mosquito nº 1313 (1952) — mas já na fase desenhada por George Wunder —, continuando em publicação até ao seu último número (1412). Outros episódios com a assinatura do mesmo desenhador surgiram também no Leão (suplemento do semanário Titã) e no Mundo de Aventuras; mas onde a série teve mais impacto foi efectivamente n’O Mosquito.

A capa que a seguir apresentamos é da autoria de José Ruy.