CANTINHO DE UM POETA – 34

Eis neste cantinho mais uma parábola moral de Raul Correia, com a lírica inspiração de Esopo… e do Avozinho — cujo nome era venerado pelos leitores d’O Mosquito como o de um velho mestre que os guiava, com palavras amenas e versos luminosos, pelos caminhos do bem, da verdade, do prazer, da beleza e da sabedoria.

O Jornal do Cuto publicou estes versos no nº 26, de 29/12/1971, devidamente ilustrados, como era hábito, por um dos seus melhores colaboradores: José Batista (Jobat).

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2 thoughts on “CANTINHO DE UM POETA – 34

  1. Sempre actual esta moralidade! A ver se certa gente a tem mais ou menos sempre em conta, para não andar a fazer figura de tartaruga. À parte, as minhas saudades destes “cantinhos” do Cuto…

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    • Obrigado pelo seu comentário, amigo Pais Pinto. Estou de acordo consigo, quanto ao sentido moralista (e sempre actual) de muitas parábolas do “Avozinho”… e também tenho saudades do “Jornal do Cuto”, do Raul Correia e do Roussado Pinto, com quem, por sorte minha, convivi durante largos anos.
      Só não entendo a ideia de chamar “Cantinho de um Velho” a esta rubrica. Que nome tão pouco poético!…

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