IMAGENS DO GRANDE CONVÍVIO D’O MOSQUITO – 1

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Conforme anunciámos em devido tempo, realizou-se no passado dia 14 de Janeiro (coincidindo, desta feita, com a data de nascimento d’O Mosquito), o almoço comemorativo do seu 81º aniversário, que reuniu um número recorde de convivas, perto de seis dezenas, num ambiente de festiva camaradagem, como é da praxe, onde não faltaram muitas das presenças habituais, com destaque para os organizadores deste convívio, Leonardo De Sá e mestre José Ruy (um dos mais antigos colaboradores d’O Mosquito, memória viva de um passado glorioso), e outros membros da ilustre grei da 9ª Arte portuguesa.

Eis algumas dessas presenças com quem tivemos contacto mais directo: Baptista Mendes, Zé Manel, José Pires, António Martinó, Mário Correia, Catherine Labey, Monique Roque, Carlos Gonçalves, Geraldes Lino, Guilherme Valente, Jorge Silva, José Boldt, Machado-Dias, Carlos Pessoa, Helder Jotta, Joel Lima, Paulo Cambraia, António Amaral, Américo Coelho, Paulo Duarte, Fernando Cardoso, José Vilela, Joaquim Talhé, Carlos Moreno, Carlos Costa, Luís Valadas, Pedro Bouça, Natania Nogueira, Alexandre Gonçalves, Diamantino Bravo, alguns dos quais acompanhados pelas respectivas esposas e outros familiares.

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A lista é longa e aguardamos que o principal organizador do evento nos envie a relação completa dos convivas presentes para a publicarmos.  

Infelizmente, este ano o almoço decorreu noutro local, devido ao encerramento do Restaurante Pessoa, onde o tradicional repasto da tertúlia O Mosquito se realizou durante os últimos 10 anos (ou perto disso), com geral agrado  dos “mosquiteiros”. Embora bastante mais espaçoso, o Restaurante Sabor Mineiro, localizado na Av. José Malhoa (perto da Praça de Espanha), não possui as características adequadas a um convívio deste género, por ter um ambiente ruidoso (mais próprio de casamentos e baptizados), onde a intimidade se perdeu, com os convivas dispersos por mesas muito distantes umas das outras.

Além disso, como aconteceu connosco, o assédio dos fotógrafos profissionais que nos queriam à viva força “impingir” os seus trabalhos, fazendo uma cara de aborrecimento se os recusávamos, acabou por ser uma das recordações menos agradáveis deste almoço. Enfim, estavam a exercer o seu mester e no direito, portanto, de nos importunarem, porque trabalho é trabalho… mas foi uma “surpresa” com que não contávamos.

Por obséquio do nosso Amigo António Martinó de Azevedo Coutinho (na foto supra, com a historiadora brasileira Natania Nogueira), a quem se deve uma completa reportagem fotográfica deste convívio, apresentamos seguidamente mais algumas das imagens que nos enviou, fazendo votos para que perdurem na memória dos “mosquiteiros” que mais uma vez se reuniram para festejar o aniversário e render homenagem à mais carismática revista portuguesa de histórias aos quadradinhos (como se dizia e escrevia noutros tempos).

A António Martinó, a expressão do nosso reconhecimento e da nossa grande estima.

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Por último, queremos também salientar a presença (pela primeira vez nesta tertúlia) do jovem desenhador Luís Simões, um autêntico globetrotter que já percorreu meio mundo, usando o seu talento artístico para fixar, com inegável mestria, em belíssimos apontamentos de cores e traços impressionistas, que enchem alguns cadernos, as imagens mais exóticas e deslumbrantes dos locais por onde jornadeou.

A ele se deve um magnífico retrato de mestre José Ruy (sentado na mesma mesa), que esboçou diante de nós, com rapidez e perfeição, quase sem levantar os olhos do papel. Talentos assim são raros e merecem todo o apoio de quem de direito (isto é, dos jornalistas, dos editores e de outras entidades culturais), no país onde nasceu.

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Luís Simões faz parte da comunidade dos urban sketchers, espalhada por vários continentes, e viaja sozinho, sem apoios profissionais, a não ser os desses amigos desconhecidos (desenhadores, também) que lhe servem de temporários hospedeiros e de guias turísticos nos países que parecem atrair como um íman o seu espírito irrequieto e a sua ilimitada sede de aventuras e de descobertas, com que expande uma vocação artística que não deseja confinar-se às meras rotinas de uma obscura carreira entre quatro paredes. 

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